Empresa

Quem conhece a Trena hoje em dia, uma referência no mercado gráfico com certificações de padrões internacionais, não imagina o caminho que a empresa percorreu. São mais de duas décadas de história – e nessa soma de perdas e ganhos, o saldo foi positivo: elevamos o nível de qualidade dos serviços gráficos do mercado, abrimos novas tecnologias de impressão e conquistamos definitivamente nosso lugar.

Porém, mais do que participar do mercado, a Trena se propôs a fazer diferente, lá em 1988. Era preciso ditar novas regras para o mercado, inovar e quebrar a cadeia da falta de profissionalismo e comprometimento com prazos. Embora pequena, a empresa assumiu o pioneirismo de oferecer uma nova proposta de serviços gráficos.

Então, quando Silvio Gargano, contato publicitário de um jornal de medicina, com uma grande carteira de clientes da área farmacêutica no Rio, se uniu ao empresário Luiz Carlos Ávila, proprietário de uma pequena gráfica, o resultado foi “simples”: uma revolução. A seriedade e o comprometimento de um se conjugou com a experiência e a infra-estrutura do outro, o que possibilitou o surgimento da Trena: uma gráfica simples, com poucos recursos, mas um grande tesouro: a proposta de priorizar – e padronizar – o atendimento ao cliente. Em pouco tempo o mercado industrial reconheceu este diferencial, e algumas máquinas e guilhotinas depois, a Trena cresceu, a demanda do mercado gráfico aumentou e novas perspectivas se abriram.

Ainda na adolescência, entrei na empresa, tendo o privilégio de testemunhar cada passo, cada transformação que a Trena passou. Os mercados se ampliaram – do farmacêutico, ingressamos no segmento turístico; as dificuldades dos golpes que levamos – nunca vamos esquecer da nossa primeira grande compra: uma máquina que nunca chegou; e a maior lição de todas: a superação. Quando se trabalha com dedicação e seriedade, nada abala a capacidade de superar desafios. Ali criamos um terreno fértil para bons negócios e excelentes parcerias.

Mas foi uma década depois da criação da Trena que vivenciamos nosso maior desafio: um incêndio, resultado de uma desastrosa ação de um prestador de serviço. Do luto fomos novamente à luta. E vimos a Trena se reerguer.

Fui trilhando meu caminho na empresa. De office-boy, passara a almoxarife comprador e em seguida assumiria o setor de impressão off-set. E como grandes poderes trazem grandes responsabilidades, a rotina de chegar cedo e sair tarde era constante. Tudo apontava para uma única direção: devolver à Trena o lugar de destaque que ocupava antes do incêndio, superando todas as dificuldades financeiras que surgiam diariamente. Tínhamos duas opções: sucumbir ou acreditar. Junto com meu irmão, Silvio Gargano, apostamos todas as fichas na segunda opção.

E não é que nossa aposta deu certo! Os dias da tipografia e dos fotolitos estavam contados. Trouxemos novos equipamentos para a empresa: o primeiro CTP, a primeira prova digital, a primeira calibração perfeita Digital – off-set., e a Trena devia estar preparada para atender com as melhores tecnologias a demanda do mercado.

Pronto. A história da Trena foi contada, mas ela não termina aqui. Uma bagagem de mais de 20 anos de experiência nos mostrou que não podemos parar. Hoje nossa empresa é sinônimo de compromisso, confiança e respeito, e dá vida a projetos de centenas de clientes. O que nos motiva? A certeza de que a nossa história faz toda a diferença.